quinta-feira, 16 de abril de 2009

PÃO, EDUCAÇÃO E MEIO AMBIENTE SAUDÁVEIS

Caríssimos leitores, caso não sejam tomadas medidas governamentais céleres, justas e necessárias no âmbito federal, estadual e, principalmente, municipal, o turismo nacional poderá enfrentar, se é que já não está enfrentando, crescentes perdas e prejuízos. Há quem diga que o motivo principal dessa situação no setor turístico tenha conexão direta com a falta de segurança e de organização nos municípios brasileiros.

Não resta dúvida que foi dada aos governantes, por meio do voto, a condição de se tornarem agentes públicos, ou seja, pessoas com a autoridade e o dever de tomar decisões sóbrias, sábias, corretas e práticas com importantes graus de relevância na esfera pública, econômica, social, cultural, turística etc. Mas, ainda que os governantes possuam tal autoridade e dever, não se pode imaginar que um povo desfrutará de um governo bom e capaz sem que cada pessoa, no exercício de sua cidadania, aja e reaja com racionalidade, responsabilidade e, acima de tudo, altruísmo. Quanto à cidadania, é bom lembrar que a mesma tem relação com o ‘indivíduo no gozo dos direitos civis e políticos de um Estado, ou no desempenho de seus deveres para com este’.

Caríssimos leitores, eleger representantes pelo voto direto custou ao povo brasileiro um preço alto, um preço que foi pago inclusive em porões de tortura. Não obstante, ainda há muitas outras conquistas a serem feitas por todos nós. Uma delas é a de sermos perseverantes e facilitadores no sentido de que toda a nação tenha acesso a pão, educação e meio ambiente saudáveis.

Finalmente, aprendemos com Jesus nos Evangelhos que gente faminta precisa ser alimentada (Jo 6.1-15), entretanto, aprendemos com Ele também que nem só de pão viverá o homem, mas de toda palavra que procede da boca de Deus (Mt 4.4). Tais constatações nos permitem pensar que de nada adianta estar alimentado e continuar rejeitando a prática de ensinamentos que resgatam o verdadeiro sentido da vida e a preservação de tudo que a envolve. Por isso, que o Brasil seja conhecido, tanto por quem nos observa de longe como por aqueles que nos observam de perto, não somente pelo entretenimento que produz nas avenidas e nos campos de futebol, mas, principalmente, pelo pão na mesa de cada brasileiro, pela oportunidade de formação educacional com qualidade para todos e pela conscientização, comprometimento e ação de cada morador deste país na preservação do ecossistema que o acolhe, de tal maneira que nossa nação e nossos bosques tenham mais vida.

Soli Deo gloria.

Uéslei Fatareli, rev.ms

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